Por Salah H. Khaled Jr. e Diego Bayer
Em um local chamado Tangamandapio eles têm um sistema processual penal muito peculiar: o destino do acusado é decidido através de uma partida de “Mortal Kombat”, disputada em um console caseiro de videogame.
Poderia até soar como piada, mas a situação é verdadeiramente
alarmante. Nós que vivemos em um país civilizado nos espantamos com
práticas punitivas dessa ordem: afinal, nosso processo é estruturado em
torno da dignidade da pessoa humana, da presunção de inocência, do in dubio pro reo, da ampla defesa, contraditório, paridade de armas e assim por diante.
